As companhias, ou más companhias de cada um dos candidatos a Prefeitos de Imperatriz

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Os aliados são a força motora de todo projeto politico, capaz de conduzir qualquer candidatura na direção do bem ou do mal. A legislação eleitoral brasileira prevê a possibilidade de construção de alianças, coligações, que englobam em si a representatividade dos mais diversos setores da sociedade.


Uns podem representar um projeto de desenvolvimento, alguns são a personificação do desejo de perpetuação e outros se comportam mais como aquilo que o Código Penal Brasileiro define como Organização Criminosa, tal qual a desmontada pela Operação Lava Jato após saquear os cofres da Petrobras.


Em Imperatriz, os aliados dizem muito sobre cada candidatura. Concorrem à Prefeitura da segunda maior cidade do Maranhão seis candidatos. Destes, quatro disputam de fato a sucessão de Sebastião Madeira (PSDB). São eles: Assis Ramos (PMDB), Ildon Marques (PSB), Ribinha Cunha (PSC) e Rosângela Curado (PDT).


Depois de 8 anos à frente do comando do município, Madeira elegeu seu sucessor. É o empresário Ribinha Cunha, dono do Café Viana. Sem qualquer experiencia na politica, Cunha é um candidato improvisado, fruto dos fantasmas do tucano, que, insatisfeito por não ter conseguido viabilizar um substituto e amargando em altos índices de rejeição, lançou o nome dele apenas para demarcar espaço, com vistas nas eleição de 2018.


O forasteiro Assis Ramos é do PMDB, partido de Roseana Sarney, João Alberto, Ricardo Murad e José Sarney. Não são os aliados dos sonhos de quem postula governar uma cidade com o histórico combativo de Imperatriz. No entanto, diante do risco de sair menor do que entrou na disputa, o autodenominado "Candidato Honesto" só tem uma saída: se agarrar no clã oligárquico que "desgovernou" o Maranhão por quase 50 anos, nem que para isso tenha que assumir o risco de ser associado às operações Lava Jato e Sermão aos Peixes.


Ildon Marques é a imagem do atraso, emoldurado também com o que há de pior na politica coronelista, clientelista e oligárquica que mergulho o estado no atraso. Tem apoio de Edison Lobão, Edinho Lobão, Roberto Rocha e companhia. Aos 70 anos, representa a expectativa de sobrevivência politica de aliados que anseiam usar Imperatriz como trampolim para se cacifar na disputa eleitoral de 2018 contra Flávio Dino (PC do B). É o plano B ou A, dependendo da perspectiva do grupo Sarney.


Por fim, a pedetista Rosângela Curado tem ao lado o maior leque de alianças ja visto no Maranhão, unidos em um amplo projeto cujo objetivo é fazer Imperatriz avançar, libertar-se do atraso, acompanhando os novos ventos da politica maranhense. Tem no palanque Flávio Dino, com seus índices de aprovação na casa dos 70%; os deputados Weverton Rocha, Davi Alves Junior, Marco Aurélio, Antonio Pereira; os vereadores Zé Carlos, Pimentel, Esmerahdson, Carlos Hermes, Aurélio, Richard Wagner, Roma e Zé da Farmácia; o ex-secretário Clayton Noleto (Infraestrutura), além de uma ampla base de lideranças, sindicatos e setores da sociedade civil organizada.


Todos esses aliados não teriam importância se Rosângela não tivesse o apoio do povo, coisa que tem. É o que mostram as pesquisas de intenções de votos. Segundo o recente levantamento do conceituado Instituto Exata, de São Luis, ela lidera em todos os cenários possíveis, em constante crescimento, confirmando que os Imperatrizenses querem dar um basta na velha politica de conchavos, patrimonialista, rompendo circulo vicioso do atraso personificado por Sarneys, Ildon, Madeira, Lobãos, Rochas, Murads etc.


É hora de olhar pra frente...

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