Essa foi de lascar!!! Lobo mau quer tomar conta da Vovozinha

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Deu no Neto Ferreira, titulo meu:


Deputado Antonio pereira


O deputado Antônio Pereira (DEM) fez um relato sobre o encontro que a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa teve com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, na terça-feira (9), em Brasília.


Participaram da reunião também os deputados Levi Pontes (PCdoB) e Stênio Rezende (DEM), além do presidente do Conselho Estadual de Secretários de Saúde (COSEMS), Vinícius Araújo; o secretário estadual de Saúde, Carlos Lula; e a Secretária Municipal de Saúde, Helena Duailibe.


Antônio Pereira disse que no encontro com o ministro foi discutido um assunto de grande importância para a saúde pública do Estado, a questão da recomposição do Teto MAC, para repor os recursos financeiros da Média e Alta Complexidades, uma vez que o Maranhão já perdeu R$ 8 bilhões. Ele explicou que ao longo dos anos nunca foi aplicada a legislação prevista pela Lei do SUS, a 8080/1990, que estabeleceu algumas normas que nunca foram colocadas em prática, o que faz com que o Maranhão tenha perdido ao longo dos anos recursos importantes para a saúde pública.


“Levamos todas essas questões ao ministro e aos seus assessores técnicos, mas não foi da maneira como nós esperávamos, porque esperávamos que ele realmente buscasse, como ministro novo na pasta, a solução via lei. Coloquei-me dizendo que a solução para todo o Brasil, não só para o Maranhão, mas para outros Estados como, por exemplo, os Estados do Amazonas, do Pará e do Maranhão, seria exatamente colocar a lei em prática, especialmente o Artigo 35 da Lei 8080/1990 e também a Lei 141/2012. Mas ele falou da escassez de recursos que o Ministério vem enfrentando por conta da crise econômica”, afirmou.


“Nós entendemos este momento do Brasil, mas colocamos que é também o momento de fazermos um planejamento, uma organização para nos preparar legalmente para que, no momento em que o país voltar a crescer, possa haver mais recursos que serão distribuídos adequadamente, tirando aqueles Estados, como o Maranhão, dessas dificuldades que estão e que vêm perdendo a cada ano recursos para os Estados do Sul e do Sudeste. É como se uma pneumonia aqui no Maranhão fosse tratada com 30% ou 40% menos de recursos que uma pneumonia no Rio Grande de Sul ou no estado de São Paulo”, contou. Veja matéria completa

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